Eventos Atuais

Espaço Helena Calil Abre a Exposição “Razão e Sensibilidade” 16/06 a 07/07/12 – Agenda Cultural de São José dos Campos e Região

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Espaço Helena Calil Abre a Exposição “Razão e Sensibilidade” 16/06 a 07/07/12 – Agenda Cultural de São José dos Campos e Região.

 

O Troca e o NAE de SJC trazem ao campus uma seleta dos painéis da mostra da Fundação Cassiano Ricardo de 2010.

Troca de Saberes e NAE trazem ao campus mostra fotográfica “São José de ontem e hoje”.

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O Troca e o NAE de SJC trazem ao campus uma seleta dos painéis da mostra da Fundação Cassiano Ricardo de 2010.

Com apoio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o Grupo Troca de Saberes e o Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) do Campus SJC da Unifesp exibem aqui no ICT painéis da exposição “São José de ontem e hoje”.

Originalmente realizada em 2010 pela FCCR, a mostra ilustra a transformação da paisagem urbana do município ao longo das décadas com registros fotográficos que abrangem o período de 1920 a 1970. As fotos antigas pertencem ao Arquivo Público do Município e retratam, especialmente, a região do centro histórico.

Os painéis ficarão expostos até o início de junho no saguão do edifício II, nas proximidades da biblioteca.

Reserve um momento do seu dia para conferir esta ação cultural perto de você, no seu campus!

De “bit” em “bit”, a gente varre a Unifesp com um overflow de cultura!

“Mostre o Seu Talento”! Inscrições abertas para apresentações em MAIO.

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Inscreva-se para mandar bem no Projeto no mês de MAIO.

CLIQUE AQUI e MOSTRE O SEU TALENTO!

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Projetos coletivos e a construção dos sentidos para a vida na Universidade

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A propósito da apresentação de três estudantes na primeira edição do projeto “Mostre o Seu Talento”.

“A utilidade para o interesse de cada indivíduo isolado não é a única fonte de sentido possível para o esforço que fazemos todos os dias para estar nessa universidade”.

Alguém que estivesse presente poderia sintetizar desse modo o evento ocorrido no ICT no fim de tarde da última quarta, um enunciado plasmado sob a forma de música e movimento e que se fez sentir pelos poros de estudantes, docentes e técnicos que na ocasião compareceram à vizinhança do estacionamento e do hall de entrada do edíficio II. Durante pouco mais de meia hora de convívio proporcionado pela arte de três estudantes, formou-se ali uma atmosfera sugestiva de possilidades praticamente ilimitadas de ação e de formação que a Universidade pode abrigar. Para lá do talento, Aruã Sousa, Davi Morales e Douglas Landim vieram mostrar que o crescimento intelectual se transfigura quando vem incorporado a aspectos de emoções compartilhadas, de identidade e identificação com o outro. Esteve claro que encontros assim se vinculam a um significado maior: eles ajudam a pessoa a perceber a diferença entre um regime pragmático de afazeres e um relacionamento mais visceral com a vida – este, capaz de despertar uma intuição dos potenciais ligados à existência de cada pessoa e das coletividades.

Foi dessa maneira que Davi, interpretando desde Chopin até uma bela composição de Gustavo, amigo do estudante, veio trazer a música como matéria de reflexão, no papel de veículo que impulsiona e acompanha o indivíduo no caminho para o encontro de si mesmo. Os percursos em que o entendimento da singularidade de cada ser se aprofunda foi o matiz da beleza que encontrou um meio de expressão na voz e no piano de Davi.

Em complemento à mesma ideia, a exibição de Tai Chi Chuan feita por Douglas e Aruã ativou a compreensão de que o ser humano constrói o que é selecionando material de uma vasta bagagem recolhida ao longo de experiências milenares. A partir delas, as relações da pessoa com o mundo extravasam os limites das coisas instantâneas, esquecidas e abandonadas no momento mesmo em que foram realizadas. Coisas tão básicas quanto nossa respiração e movimentação corporal vão sendo forjadas pelas formas de vida comunitária que grupos humanos vêm elaborando através dos tempos e das culturas. Nos contornos desenhados pelos movimentos marciais da dupla, veio à tona a consciência de que somos, ainda hoje, enlaçados aos que nos antecederam – e aos que irão nos suceder – pelos fios dos gestos, dos sons e das formas.

Após as apresentações, muitos dos presentes buscaram Davi, Aruã e Douglas com palavras e posturas que assinalavam que um circuito de entendimento havia sido completado. Ao avaliar o que em meia hora foi realizado com a notável contribuição desses estudantes, fica transparente para todos o poder que até mesmo as menores práticas desse tipo têm de ampliar o repertório de temas construídos ou encontrados por nós, indivíduos com anseios e projetos em comum, enquanto mobilizamos esforços para dar sentido ao que fazemos e vivenciamos na universidade. Talvez será essa a principal marca que a passagem pela universidade irá deixar em cada um.

Davi Morales (BCT), Douglas Landim (BCC) e Aruã Sousa (BCC) mostram seus talentos pra galera do ICT!

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Converse com o pessoal e fique por dentro do Projeto "Estante de Leituras"!

Como eu participo do projeto “Estante de Leituras”?

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Venha dar uma canja pra galera no projeto “Mostre o Seu Talento”!

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Clique aqui para acessar o formulário que irá auxiliar na programação das apresentações. Participe!

ESTANTE DE LEITURAS faça “LOGON” nessa rede literária!

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De bit em bit, a gente varre a Unifesp com um OVERFLOW de cultura literária

Fiquem ligados na novidade que vai começar a rolar na UNIFESP!

Se um livro jogou luz em nossa vida, por que não compartilhar com alguém?

O Projeto Estante de Leituras se propõe a multiplicar as oportunidades para que você, universitário da Unifesp, entre em contato com leituras de valor que extrapolem os limites de seu campo de estudos. A intenção é de que você e seus colegas tenham um acesso livre e automotivado a uma coleção de livros, recebendo a total responsabilidade sobre sua retirada, leitura e devolução. Estes livros ficarão em uma estante posicionada estrategicamente no seu campus, em uma área de grande fluxo de estudantes.

Assim, você encontra um livro, se interessa, leva para ler e, depois de terminar, devolve à estante para que outro tenha a mesma oportunidade. É uma forma, portanto, de trocar experiências de leitura, de permitir que mais pessoas visitem mundos que você já percorreu.

Faça "LOGON" nessa rede literária!

Deve-se ter muito claro, desde o princípio, que este é um projeto que, pela própria essência de solidariedade que o anima, deverá ser sustentado por doações de exemplares feitas por pessoas com quem se convive no campus: colegas, docentes e equipe técnica-administrativa.

Dizendo de outra maneira, o que nutre essa iniciativa é o interesse companheiro no enobrecimento das pessoas cujo percurso através da educação superior e da vida se confunde com o seu.

Se todos ajudarem, em breve nós veremos muita gente envolvida numa prática que, mais que divertida, tem o sabor de uma aventura: a princípio, você não imagina com que leitura incrível poderá ter a chance de topar, nem que caminhos ela terá percorrido antes de chegar até você!

Para concluir, devemos lembrar que a vida universitária não se esgota em um rotina de aulas, provas e notas: uma parte igualmente importante são as contribuições que a cada um compete dar para difundir o hábito da união em torno de esforços voltados a objetivos e ideais coletivos.

Práticas como esta do Projeto Estante de Leituras são, dessa maneira, um potente instrumento de produção de sentido e, consequentemente, de bem-estar para toda uma coletividade.

É isso aí. Vamos trazer nossos livros e participar enriquecendo as pessoas à nossa volta e nos enriquecendo com elas!

Grande abraço!

Programa Troca de Saberes

Projeto Estante de Leituras

Minicurso “ARTE URBANA – DIÁLOGOS SOCIAIS” no SESC São José dos Campos

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Pedagogia da Cooperação é o foco de evento gratuito no MASP, em novembro.

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Extrato da homepage da Associação Palas Athena:

http://palasathena.org.br/evento_detalhe.php?evento_id=20

93º Fórum do Comitê da Cultura de Paz


93º Fórum do Comitê da Cultura de Paz
parceria UNESCO – Palas Athena
Cooperar e inovar – uma pedagogia cidadã
a cargo do Prof. Fábio Otuzi Brotto
A Pedagogia da Cooperação surgiu da preocupação com o excessivo valor que a sociedade moderna outorga à competição. Temos competido em lugares, com pessoas e em momentos que não deveríamos, como se essa fosse a única e melhor escolha disponível.

Nem sempre os programas educacionais, esportivos ou recreativos dão ênfase a atividades que promovam interações positivas, colaborando para que a competição deixe de ser um comportamento condicionado, e oferecendo a oportunidade de perceber e exercitar outras formas de nos relacionarmos com as pessoas, com a natureza e conosco mesmo.

Os Jogos Cooperativos, que integram uma pedagogia cidadã, são jogos com uma estrutura alternativa onde os participantes jogam com o outro, e não contra o outro. Joga-se para superar desafios e não para derrotar os outros; joga-se para se gostar do jogo e pelo prazer de jogar. Estes são jogos onde o esforço cooperativo é necessário para se atingir um objetivo comum e não para fins mutuamente excludentes. São estruturados de forma a diminuir a pressão para competir e a necessidade de comportamentos destrutivos. Buscam promover a interação e a participação de todos, e deixar aflorar a espontaneidade, a alegria de jogar e a confiança em si e nos outros.

Esta visão sistêmica pode nos ajudar a dialogar, a decidir em consenso e a fazer modificações gradativas nas regras e estruturas básicas do jogo. Exercitando a reflexão criativa, a comunicação sincera e a tomada de decisão por consenso para aprimorar o jogo, as crianças e jovens — e nós, educadores (as), também — podemos descobrir que temos plenas condições de intervir positivamente na construção, transformação e emancipação de nós mesmos e da comunidade onde convivemos.

Todo tipo de jogo tem uma intenção que ultrapassa os limites do campo e da quadra. Assim, é importante perceber quais os valores que estão por trás dos jogos e a que tipo de propósitos as atividades estão servindo. O propósito essencial da Pedagogia da Cooperação é colaborar na construção de um mundo melhor para todos… sem exceções.

Fábio Otuzi Brotto é mestre em Ciência do Esporte pela UNICAMP e cofundador do Projeto Cooperação – Comunidade e Serviço. É focalizador do Laboratório em Pedagogia da Cooperação, inspirador da pós-graduação em Jogos Cooperativos, articulador da Comunidade de Jogos Cooperativos e autor de livros e artigos sobre jogos cooperativos, pedagogia da cooperação e comunidades colaborativas.
ENTRADA FRANCA
8 de novembro de 2011 – terça-feira – 19 horas
Auditório do MASP – Museu de Arte de São Paulo

Av. Paulista, 1578 – São Paulo/SP – Estação Trianon-Masp do metrô
Não é necessário fazer inscrição antecipada
Realização: Comitê da Cultura de Paz
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